https://youtu.be/qrqALNK1QLw✅Playground aquático
✅Parque aquático com piscinas adulto e infantil
✅Academia com vista para o lago
✅Brinquedoteca
✅ Horta comunitária
✅Espaço para Feira Orgânica
✅ Espaços Pet
✅ Ciclovia as margens do lago
✅Novo Píer Moderno
✅Quiosques de churrasqueira integrado com espaços de convivência
✅ Bangalôs na beira do Lago
✅ Redários
✅Quadra de tênis
✅Quadra Poliesportiva
✅Novo campo de futebol
✅Estação para ginástica ao ar livre
✅Nova quadra de Areia
✅Capela
✅Parques Infantil (playground) com vista para o Lago
✅ Casa da Árvore
✅ Espaços de entretenimento com muito verde: no bosque, com espaço de leituras, praças, bancos, pergolados
✅Moderno Restaurante Avarandado
✅ asfalto / água / energia /galeria/ fechamento do perímetro
domingo, 22 de março de 2020
Medidas de Áreas - Hectare, Alqueire, Acre, Are, Tarefa
Alqueires
Alqueire é a mais comum unidade de medida de superfície para fazendas no Brasil, apesar de não ser uma medida universal.
Um Alqueire é equivalente em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás a 10.000 braças quadradas (4,84 hectares), e em São Paulo a 5.000 braças quadradas (2,42 hectares).
Além destes existem outras medidas de alqueires, descritas na tabela logo abaixo.
Tabela de Conversão de Áreas
| Multiplique o Número de | por | Para obter o equivalente em |
| Are | 100 | m² |
| Acres | 4.047 | m² |
| Acres | 0,4047 | hectares |
| Hectares | 10.0000 | m² |
| Alqueires paulistas | 2,42 | hectares |
| Alqueires mineiros | 4,84 | hectares |
| Alqueires goianos | 4,84 | hectares |
| Alqueires fluminenses | 2,72 | hectares |
| Alqueires baianos | 9,68 | hectares |
| Alqueirão | 19,36 | hectares |
| Alqueires do norte | 2,72 | hectares |
| O Alqueire Mineiro/Goiano é considerado o alqueire geométrico | ||
Alqueirão é muito usado na Bahia e nas fronteiras com Minas Gerais (nordeste de Minas).
O Alqueire Paulista também influencia a divisa com a parte sul de Minas Gerais.
Na Bahia, usa-se também a medida de 80 medidas de milho como 1 'alqueirim' equivalente a 48.400m².
Alqueire pode ainda ser unidade de medida de capacidade para secos, equivalente a 36,27 litros ou a quatro 'quartas'. E também, no Pará, usa-se como medida de capacidade correspondente a dois paneiros ou a cerca de 30 quilos.
Hectare
Hectare é a principal medida de referência para superfícies rurais por ser UNIVERSAL: 10.000 m²
Unidade de medida agrária, equivalente a 100 ares ou 1 hectômetro quadrado.
Nomenclatura abreviada: hectare = hec = ha
Em metragem 1 hectare = 10.000m² (medida padrão internacional).
Tarefa
Tarefa é uma medida agrária constituída por terras destinadas à cana de açúcar e que no CE equivale a 3.630m², em AL e em SE a 3.025 m² e na Bahia a 4.356 m².
Tarefa Baiana: Corresponde a uma área de 30 x 30 braços. Portanto uma tarefa é igual a 4.356m². Recomenda-se cuidado, pois existem outras medidas de tarefas em outros estados. Esta é a usada na Bahia.
Braça
Braça - do latim brachia - plural de brachin (braço). Antiga unidade de medida de comprimento, equivalente a 10 palmos ou seja 2,2ms (Brasil). Palmo = 8 polegadas = 22 cm. Braça também é unidade de comprimento do sistema Inglês equivalente a cerca de 1,8ms.
Braça quadrada (brasileiro) - medida agrária que se usa em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e igual à tarefa, de Alagoas e Sergipe: 3.052m² (1 braça = 2,2 m || 30 braças = 66 ms || 30 x 30 braças =4.356m² = braça quadrada).
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Compra e venda de imóveis: veja 5 dicas para fazer esse investimento online
Vender imóveis na internet é uma prática que se tornou comum e vem ganhando grande destaque. Preparamos algumas dicas para você saber criar a sua oferta, conseguir conquistar seu público-alvo e, com isso, aumentar as suas chances de venda.
Vender imóveis na internet é uma prática que se tornou comum e vem ganhando grande destaque. Preparamos algumas dicas para você saber criar a sua oferta, conseguir conquistar seu público-alvo e, com isso, aumentar as suas chances de venda. Esses passos podem ajudar inclusive a manter a segurança durante a transação.
Crie descrições completas
Em uma venda online é importante oferecer o máximo possível de informações. Descreva no anúncio todos os detalhes— número de cômodos, a área total, se foi reformado recentemente, proximidade de mercados, farmácia, transporte público etc.
Escolha uma plataforma segura para a venda
As vendas pela internet devem ser vinculadas a muita segurança durante a transação, portanto é extremamente importante procurar por uma plataforma segura, como a Leilão Vip, por exemplo. Esse tipo de ferramenta online consegue dar visibilidade para o seu produto e garante uma negociação segura entre vendedor e comprador.
Existe a possibilidade de realizar essas vendas por meio de um leilão. Os leilões online têm ficado popularmente conhecidos e conseguem promover negociações de forma muito segura e transparente.
Tire boas fotos
Mesmo com a compra sendo feita pela internet, os clientes gostam de fazer uma boa avaliação do imóvel que está sendo anunciado. Sendo assim, é muito importante investir em boas fotos, que demonstrem bem as características como amplitude do ambiente, tamanho das janelas etc.
Determine um preço justo
Muitas vezes a avaliação mais adequada do imóvel é considerada a parte mais difícil de uma venda, afinal de contas, é pelo preço que os compradores filtram e comparam os anúncios online. Pesquise imóveis na mesma localização e faça o cálculo de quanto custa o metro quadrado. O estado de conservação da propriedade também influencia muito o preço de venda.
O preço justo será a decisão final para o comprador, pois mesmo que você consiga ressaltar ao máximo os pontos fortes do seu imóvel e coloque boas fotos, as pessoas inevitavelmente comparam o valor com outras opções, optando por aquele que mais se encaixe em seu orçamento.
Onde vender com segurança?
Existem muitas possibilidades de onde vender com segurança, como as plataformas que já foram previamente citadas. Porém, uma alternativa que tem ganhado bastante destaque, ainda mais entre pessoas que não tem muito costume de vender online, são os leilões.
O leilão é uma alternativa bastante viável e segura para realizar uma venda. Um vendedor pode anunciar, colocar um preço que atenda às suas expectativas e aguardar os lances. Quem der o lance mais alto é consagrado como comprador e a negociação pode ser fechada.
Os leilões online, mais especificamente, são uma opção segura de venda pela internet. Eles trazem muita comodidade tanto para o comprador como também para o vendedor, já que os lances são feitos virtualmente, sem a necessidade de sair de casa.
Vender imóveis na internet é uma prática que se tornou comum e vem ganhando grande destaque. Preparamos algumas dicas para você saber criar a sua oferta, conseguir conquistar seu público-alvo e, com isso, aumentar as suas chances de venda. Esses passos podem ajudar inclusive a manter a segurança durante a transação.
Crie descrições completas
Em uma venda online é importante oferecer o máximo possível de informações. Descreva no anúncio todos os detalhes— número de cômodos, a área total, se foi reformado recentemente, proximidade de mercados, farmácia, transporte público etc.
Escolha uma plataforma segura para a venda
As vendas pela internet devem ser vinculadas a muita segurança durante a transação, portanto é extremamente importante procurar por uma plataforma segura, como a Leilão Vip, por exemplo. Esse tipo de ferramenta online consegue dar visibilidade para o seu produto e garante uma negociação segura entre vendedor e comprador.
Existe a possibilidade de realizar essas vendas por meio de um leilão. Os leilões online têm ficado popularmente conhecidos e conseguem promover negociações de forma muito segura e transparente.
Tire boas fotos
Mesmo com a compra sendo feita pela internet, os clientes gostam de fazer uma boa avaliação do imóvel que está sendo anunciado. Sendo assim, é muito importante investir em boas fotos, que demonstrem bem as características como amplitude do ambiente, tamanho das janelas etc.
Determine um preço justo
Muitas vezes a avaliação mais adequada do imóvel é considerada a parte mais difícil de uma venda, afinal de contas, é pelo preço que os compradores filtram e comparam os anúncios online. Pesquise imóveis na mesma localização e faça o cálculo de quanto custa o metro quadrado. O estado de conservação da propriedade também influencia muito o preço de venda.
O preço justo será a decisão final para o comprador, pois mesmo que você consiga ressaltar ao máximo os pontos fortes do seu imóvel e coloque boas fotos, as pessoas inevitavelmente comparam o valor com outras opções, optando por aquele que mais se encaixe em seu orçamento.
Onde vender com segurança?
Existem muitas possibilidades de onde vender com segurança, como as plataformas que já foram previamente citadas. Porém, uma alternativa que tem ganhado bastante destaque, ainda mais entre pessoas que não tem muito costume de vender online, são os leilões.
O leilão é uma alternativa bastante viável e segura para realizar uma venda. Um vendedor pode anunciar, colocar um preço que atenda às suas expectativas e aguardar os lances. Quem der o lance mais alto é consagrado como comprador e a negociação pode ser fechada.
Os leilões online, mais especificamente, são uma opção segura de venda pela internet. Eles trazem muita comodidade tanto para o comprador como também para o vendedor, já que os lances são feitos virtualmente, sem a necessidade de sair de casa.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Descubra agora o que todo corretor de imóveis precisa saber
O mundo digital fez com que a relação entre os consumidores e as empresas mudasse muito. Hoje, além das necessidades serem diferentes, os hábitos são outros e qualquer profissional precisa acompanhar as tendências e se profissionalizar mais a cada dia. Com o corretor de imóveis não é diferente. Pode-se dizer até mesmo que, em um
O mundo digital fez com que a relação entre os consumidores e as empresas mudasse muito. Hoje, além das necessidades serem diferentes, os hábitos são outros e qualquer profissional precisa acompanhar as tendências e se profissionalizar mais a cada dia. Com o corretor de imóveis não é diferente. Pode-se dizer até mesmo que, em um setor competitivo como o mercado imobiliário, estar atento às tendências é ainda mais indicado.
Como as funções de um corretor de imóveis compreendem a intermediação de compra, venda e locação de imóveis, o poder de persuasão é essencial. Além disso, é preciso que o profissional saiba tirar as maiores dúvidas dos clientes e ter as informações na ponta da língua.
Mas quais são esses conhecimentos imprescindíveis para um corretor de imóveis? É isso que vamos desvendar hoje para você. Continue a leitura e fique sabendo o que é indispensável para esse profissional!
As regras de financiamento da Caixa
Você sabia que a Caixa Econômica Federal é o banco mais buscado para financiamentos de imóveis? Por isso, um corretor precisa saber das principais informações sobre o assunto. Uma delas diz respeito ao prazo máximo para pagamento das parcelas que, hoje, pode ser de até 360 meses.
Além disso, a instituição financia até 80% do valor do imóvel. Os imóveis podem custar até R$ 1,5 milhão pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Acima desse valor, o financiamento deve ser feito pela modalidade Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
Como funciona o Minha Casa Minha Vida
O objetivo do programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida é contribuir para que as pessoas tenham acesso à moradia própria. Isso acontece por meio de benefícios, que variam de acordo com a renda bruta de cada família. Os benefícios contemplam aquelas que ganham até R$ 9 mil.
Algumas faixas de renda podem receber o subsídio, que é um valor oferecido pelo governo para compor o valor de entrada do imóvel. Outras faixas se beneficiam de taxas de juros menores ou de redução do seguro que é cobrado por bancos e financeiras.
O uso do FGTS para compra de imóvel
O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é um dinheiro acumulado pelo trabalhador durante seu tempo de trabalho com registro profissional. Embora ele seja dono da quantia, existem regras para que ela seja usada. O saque pode ser feito nos casos de demissão sem justa causa, diagnóstico de câncer ou na compra de um imóvel.
Nesse caso, o dinheiro pode ser usado para a compra ou construção de imóvel residencial e que funcione como moradia do trabalhador. O uso pode ser feito para amortização das parcelas ou então para quitar dívidas oriundas da compra de uma propriedade.
O FGTS só fica vetado quando o uso é para imóvel comercial, reformas e ampliações ou compra de material de construção para propriedades de terceiros. Para sacar o valor, o profissional precisa ter acumulado pelo menos três anos de trabalho, não pode ter outro financiamento pelo SFH e não pode ser proprietário de outro imóvel residencial.
Como você pôde ver, existem muitas informações imprescindíveis para que um corretor de imóveis seja bem-sucedido. O segredo, portanto, é estar sempre se atualizando e procurando oferecer o melhor para seus clientes.
Como calcular o Índice Geral de Preços do Mercado – IGPM?
O IGP-M não é apenas mais uma sigla complicada e nós vamos te provar! Saiba mais detalhes sobre esse índice de reajuste e como ele é calculado.
Se você acompanha o mercado imobiliário, ou qualquer notícia sobre o mercado financeiro, já deve ter escutado o termo índices de reajuste. Os índices de reajuste são formas que o mercado encontrou de calcular valores para cima ou para baixo, conforme a inflação anual e, em alguns casos, de outros períodos não anuais.
Em nossa matéria de hoje, vamos falar sobre um dos índices mais conhecidos, o IGP-M!
Se você acompanha o mercado imobiliário, ou qualquer notícia sobre o mercado financeiro, já deve ter escutado o termo índices de reajuste. Os índices de reajuste são formas que o mercado encontrou de calcular valores para cima ou para baixo, conforme a inflação anual e, em alguns casos, de outros períodos não anuais.
Em nossa matéria de hoje, vamos falar sobre um dos índices mais conhecidos, o IGP-M!
O que é o IGP-M?
IGP-M é a sigla usada para Índice Geral de Preços do Mercado, uma das variações do IGP – Índice Geral de Preços.
O índice é auferido mensalmente pela instituição privada FGV – Fundação Getúlio Vargas – que desde novembro de 1947 e responsável por registrar a inflação de preços que variam desde matérias primas da indústria ou agrícolas até bens e serviços do consumidor final, como aluguéis e carros.
O governo também possui seu próprio índice de mercado, o IPCA – Incide Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE. No entanto, existem algumas diferenças entre o IPCA e o IGP-M.
Em alguns casos, investidores acusam o IBGE de manipular as informações conforme o interesse do governo. Portanto, além de atuar independente do governo, o IGP-M está mais próximo do mercado, o que o torna um cálculo mais real e, portanto, preferido entre a maioria dos investidores.
Entre os preços avaliados a cada 30 dias pelo IGP-M estão itens como alimentos, vestimenta, transporte e quanto mais elevado o preço dos itens, mais o indicador do IGP-M sobe. Um IGP-M alto significa que o seu dinheiro não está valendo tanto assim.
Como calcular o IGP-M?
O cálculo do IGP-M surge a partir de outros três índices, sendo que o peso de cada um deles determina a porcentagem final do IGP-M:
1. 60% – IPA – Índice de Preços por Atacado
Esse índice monitora a indústria atacadista e antevê o impacto e valores dos preços no varejo.
2. 30% – IPC – Índice de Preços ao Consumidor
Esse índice avalia o comportamento dos preços nas áreas que impactam o poder de compra do consumidor, ou seja: alimentação, habitação, vestuário, educação, saúde, lazer e etc.
3. 10% – INCC – Índice Nacional de Custo de Construção
Por último, como o próprio nome sugere, o último índice e com menor peso no cálculo, avalia o custo para se construir uma habitação no Brasil, incluindo materiais e mão de obra especializada.
Com base nesses três pesos de cada um desses índices, a FGV calcula entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês atual as variações de cada preço, o que resulta no índice final.
O que é IGP-M acumulado?
Como citamos antes, o IGP-M é proveniente de um cálculo mensal. No entanto, a FGV também divulga o balanço anual do índice, o que chamamos de IGP-M acumulado.
Nada mais é do que a média calculada com base nos resultados dos 12 meses em que o índice foi calculado e divulgado. O índice é um cálculo de inflação, portanto um raio-x de como está a economia do país. Na prática, quando notamos um produto com valor mais alto no mercado, significa que o IGP-M do mês subiu.
Cada um desses aumentos são somados e se tornam uma referência única divulgada no final do ano. Entre 2006 e 2016, ano da última divulgação do IGP-M acumulado, o único ano em que o resultado foi negativo foi em 2009, onde o índice registrou queda de -1,71% nos preços. Já o índice mais alto foi registrado em 2015, uma porcentagem positiva de 10,54%.
O IGP-M acumulado de 2017 registrou uma queda de 0,50% nos preços, isso indica que o ano atingiu um índice de queda após quase dez anos. O último ano com registro de queda, como dito, havia sido 2009.
O IGP-M e o setor imobiliário
O IGP-M se tornou o principal indexador dos contratos de aluguel, tanto para imóveis residenciais como para comerciais. O índice corrige o valor dos aluguéis ou de parcelas de bens adquiridos (financiamentos, por exemplo), de acordo com a inflação.
Em 2016 o IGP-M fechou com média de 7,17%. Nesse caso, quem pagava um aluguel de R$1000,00, em 2017 vai arcar com um valor de R$1,071,70.
Se você não é tão bom com cálculos, existem várias calculadoras disponíveis na internet que podem ajudar na hora de descobrir qual o tamanho do aumento do seu contrato de aluguel ou da sua parcela.
Quem é afetado pelo IGP-M?
Não há uma única pessoa que não sofra diretamente o peso do IGP-M. Isso porque ele determina não só correção de aluguéis ou prestações, mas também é responsável por reajuste de tarifas públicas como energia elétrica e até planos de saúde.
Portanto, o IGP-M abrange 100% da população e não faz nenhum tipo de distinção em relação ao nível de renda ou classe social do indivíduo. A divulgação do índice é feita mensalmente pela FGV em seu próprio site, mas existem diversos outros portais que replicam a informação.
Continue seguindo o nosso conteúdo e saiba todos os parâmetros e as variações do mercado imobiliário.
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Lote Legal.
Adquirir um terreno envolve uma série de cuidados para prevenir problemas futuros. A compra do lote legal resguarda o comprador de entraves burocráticos, evita custos desnecessários, entre outras dores de cabeça. Trata-se de algo fundamental para quem quer ter o imóvel dos sonhos ou fazer investimentos.
Lotes com irregularidades são muito comuns. No Distrito Federal, por exemplo, 37% dos lotes são irregulares. O governo combate a grilagem de terras, mas é importante buscar informações para avaliar suas condições e só assim fazer uma compra segura.
No post de hoje, vamos ajudá-lo apresentando alguns procedimentos para saber se o terreno é regularizado. Acompanhe!
Como saber se o lote é legal?
Caso seja uma área pública, o terreno pode ser desapropriado e você perde o bem. Por isso, é importante levantar o máximo de informações do lote e do vendedor. Assim, é possível avaliar as condições do imóvel e só então fazer uma boa aquisição. Vamos aos pontos-chave:
Visite o terreno
Nunca compre um terreno (ou qualquer outro imóvel) sem visitá-lo antes. Uma ida ao local que busca adquirir é indispensável para conhecer a infraestrutura, acesso, estados das vias, iluminação e vizinhança. Verifique a demarcação do lote, se está próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental. A boa escolha do empreendimento também deve levar em consideração os serviços essenciais disponíveis e os que serão instalados, além de quem vai administrá-los e se é um loteamento aberto ou fechado.
Avalie a questão do preço
Em linhas gerais, imóvel com apenas a posse tem um valor bem menor do que imóvel com propriedade regularizada. Quando se tem apenas a posse, a regularização definitiva pode ser um processo complicado e custoso. Portanto, evite essa dor de cabeça.
Confira a aprovação e o cronograma de obras na prefeitura
Cada prefeitura faz seu próprio levantamento, por isso é importante comparecer até o órgão competente. Verifique se o loteamento é aprovado e se a empresa está cumprindo com o cronograma de obras. Se localizado em zona urbana, a região depende da aprovação de diferentes órgãos públicos. É recomendável verificar informações junto aos prestadores de serviços públicos de água e energia para avaliar a situação da região, planos de expansão e melhorias nas redes.
Consulte a situação do imóvel
O segundo passo é se dirigir ao Cartório de Registro de Imóveis e solicitar a certidão de propriedade. Essa medida vai mostrar se a pessoa que está vendendo é realmente a proprietária e se o imóvel está desembaraçado. Além dela, é necessário a certidão negativa de ônus e alienações. Dessa forma, você vai ter certeza de que nada impede a venda do bem.
Para dívidas referentes ao IPTU, não há problemas se o bem não estiver em execução. O comprador pode negociar o abatimento da dívida com o vendedor e depois arcar com a despesa. Caso a compra for de propriedade rural, será preciso se informar na Superintendência Regional do Incra, que dará a certeza que a área está em zona rural.
Se constatado que a pessoa que está vendendo é realmente o proprietário do imóvel, via de regra, passa-se o direito à escritura pública, do proprietário antigo para o novo, que leva até o Registro de Imóveis e atualiza a matrícula. É fundamental olhar com atenção a documentação. Caso o lote não seja legal, os documentos podem alertar o comprador.
Consulte a situação do vendedor
Se for uma empresa a responsável pelo loteamento, o processo é é mais fácil, pois basta consultar seu histórico, solicitar referências sobre os loteamentos lançados antes e visitá-los. Consulte também o Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) para analisar a idoneidade da corretora.
Faça uma proposta de compra
Se estiver tudo bem até aqui, o passo seguinte é fazer uma proposta de compra para o detentor do lote legal. Deverá constar na proposta as seguintes informações:
- qualificação e manifestação de vontade de aquisição;
- indicação do terreno, descrevendo sua localização com a planta aprovada pelos órgãos competentes;
- valor do lote e do sinal da oferta;
- formas de pagamento, reajustes e os índices aplicados;
- promessa de firmar o contrato e o prazo para aceitar a proposta (indicado não ser superior a 30 dias).
Veja o modelo:
Eu (nome do proponente), (nacionalidade), (estado civil), (profissão), número do CPF e RG, local que reside, venho apresentar à Vossa Senhoria proposta de aquisição de um imóvel de sua propriedade, localizado em (endereço), pelo valor total de R$ (valor por extenso) a ser pago, mediante a entrada de (valor da entrada por extenso) e o restante em parcelas mensais de (número de cotas e valor por extenso).
Assine e coloque a data das vias, ficando com uma delas.
Conte com um advogado ou corretor de imóveis
Essas duas figuras auxiliam na análise dos documentos, evitando, assim, erros que podem gerar qualquer prejuízo ao comprador. O advogado, por exemplo, traz mais seriedade e segurança à transação, fazendo com que ela ocorre maneira legal, com garantias jurídicas a ambas as partes.
O corretor, por sua vez, aproxima as partes e faz a mediação para que ambas se convençam de que estão fazendo um bom negócio; ele então passa informações sobre os trâmites e seu andamento. O comprador pode contar com um ou dois profissionais, assim fica mais tranquilo quanto à aquisição.
Leia atentamente o contrato
Antes de assiná-lo, é importante analisar se as informações são as mesmas disponibilizadas ao longo da tratativa. Veja se está todo preenchido, risque os espaços em branco e, se tudo estiver de acordo, assine e coloque a data em três vias.
O contrato de compra e venda de imóvel, em via de regra, traz informações, como nome, documentos de identificação, nacionalidade, estado civil, preço do bem, formas de pagamentos, taxas que podem ser aplicadas, entre outros dados. Além disso, são discriminadas a responsabilidade para o pagamento das despesas do comprador e do vendedor, como lavratura, reconhecimento de firma etc.
Qual o motivo de tantos trâmites?
Pode parecer muita coisa e exigir muito trabalho, mas essas etapas burocráticas são essenciais para reduzir os riscos. Seguindo-as, você terá a certeza de que está comprando um lote legal, assegurando que o bem adquirido não será demolido ou outra pessoa vai atribuir para si a propriedade. No mais, boa compra!
sexta-feira, 7 de junho de 2019
SAIBA COMO ESCOLHER O MELHOR ANDAR DO APARTAMENTO PARA MORAR
Escolher o apartamento ideal não é uma tarefa tão simples. É necessário avaliar uma série de fatores, como posição do apartamento em relação ao sol e à ventilação natural, preço, tamanho, localização, entre outros. Entretanto, outro fator muito importante costuma ser esquecido: saber como escolher o melhor andar do apartamento. Mas afinal, você sabe como fazer essa escolha?
Com o intuito de abordar essa questão, preparamos este artigo especialmente para você. Iniciaremos explicando a importância do andar do apartamento para o conforto da sua família. Em seguida, falaremos sobre as principais dicas que você deve seguir para tomar a decisão. Continue lendo e saiba tudo sobre o assunto!
Saiba a importância do andar do apartamento na escolha do imóvel
Vários são os fatores que influenciam na qualidade de vida em um apartamento. Questões que variam desde o imóvel em si quanto a fatores externos, como localização, condições climáticas do local, entre outros.
Entretanto, boa parte da qualidade de vida que você pode alcançar dentro de um apartamento é gerada a partir de variáveis que você tem como decidir, como a escolha do imóvel de acordo com a posição da ventilação predominante, nascente ou poente, tamanho do apartamento, número de quartos e o andar no qual você e sua família viverão.
Por ser tão importante, devem ser avaliados diversos critérios durante a escolha do andar do apartamento, a fim de que seja tomada a melhor atitude de acordo com o seu perfil ou de quem pretende viver no espaço. Falaremos de forma mais profunda sobre os critérios que você deve levar em consideração. Confira!
Pense na acessibilidade
A acessibilidade ao local é uma questão que deve ser sempre considerada. Sabemos que atualmente boa parte dos edifícios tem elevador, e ele é obrigatório a partir de certa quantidade de andares. No entanto, é necessário destacar essa questão, especialmente porque há sempre imprevistos que podem ocorrer em relação ao seu uso, como queda de energia, apagões etc.
Dessa forma, os imóveis localizados nos andares mais baixos são os mais acessíveis, e devem, portanto, ser os escolhidos por aqueles que apresentam alguma dificuldade de locomoção ou que tenham parentes que sofrem desse problema. Vale ressaltar que idosos também entram nessa categoria.
Pondere a incidência de ruídos
Por outro lado, os andares mais baixos estão mais próximos da rua e da vida urbana, o que leva ao apartamento um número maior de ruídos. Dessa forma, caso você seja uma pessoa que necessita de um espaço mais silencioso, a ponto de estar disposto a pagar um pouco mais para se livrar dos barulhos, a recomendação são os andares mais altos.
Antes de fazer essa decisão, é fundamental avaliar alguns fatores, como o próprio local. Por exemplo, se nos locais próximos não existir nenhuma fonte de ruído, como bar, igreja, casa de show, avenida movimentada, entre outros, a necessidade por um andar mais alto não é tão grande. Agora, se o local contar com esses elementos, os andares superiores devem ser considerados.
Valorize a vista e a ventilação
Se você é uma pessoa que presa muito pela vista do apartamento, assim como a ventilação, os andares superiores devem ser os escolhidos. Estas opções configuram na melhor opção para quem deseja ter esses atributos em casa.
Isso ocorre basicamente por conta de dois aspectos. O primeiro é que há menos barreiras para o vento circular nas grandes alturas, o que o torna mais presente. O segundo é que a vista pode ser mais bem apreciada de um ponto alto, sem impedimentos visuais. Entretanto, é necessário tomar cuidado em relação a alguns detalhes, como presença de edificações altas próximas etc.
Priorize a sua privacidade
A privacidade é uma das questões que mais impacta na qualidade de vida. Nossa casa deve ser um espaço feito para nós e para as pessoas que desejamos compartilhar a nossa vida. Em apartamento, às vezes, esse critério é prejudicado, seja por erros de projeto, seja por escolhas equivocadas do andar do apartamento.
Dessa forma, caso você considere que a edificação não foi feita de forma muito eficiente em relação à garantia da privacidade, é importante que sejam escolhidos os imóveis dos andares mais altos, pois eles apresentam maior privacidade, especialmente se não houver edificações tão altas pela vizinhança do local.
Avalie os preços
Outro ponto que você deve ficar atento quando for escolher o andar do apartamento são os preços. Em geral, as alternativas localizadas mais ao alto da edificação apresentam um preço maior em relação às demais.
Isso corre por conta de diversos detalhes, como os já listados anteriormente: vista privilegiada, privacidade e ruídos. Dessa forma, os apartamentos de andares mais baixos podem ser uma ótima alternativa para você que pretende economizar na hora de fazer a compra, mas ainda não sabe qual critério utilizar para fazer esse abatimento na conta.
Analise os problemas estruturais
Os problemas estruturais de um edifício são uma realidade a ser considerada. Eles aparecem com maior frequência em imóveis mais antigos, mas todos eles estão suscetíveis a estes problemas.
Em geral, apartamentos localizados nos andares mais baixos são os mais suscetíveis a ter esse tipo de contratempo, especialmente em relação a infiltrações. Isso ocorre por um motivo simples: os andares de baixo estão mais expostos à pressão da edificação, uma vez que neles está apoiado o peso dos andares superiores e de toda a estrutura, seja ela hidráulica, sanitária ou elétrica.
Considere a exclusividade
Por fim, mas não menos importante, este fator é subjetivo, mas fundamental para que você escolha o andar do apartamento. Em geral, apartamentos localizados nos andares mais altos dão um simbolismo de exclusividade ao proprietário.
Entre os fatores que podemos apontar, temos a própria vista privilegiada, olhando a cidade por cima. As coberturas, em especial, eliminam a presença de vizinhos superiores, o que também causa mais sensação de conforto e privacidade.
Sendo assim, saber como escolher o melhor andar do apartamento é fundamental para adquirir um bom imóvel, adequado ao seu perfil e que esteja de acordo com os parâmetros necessários para conferir bem-estar a todos os moradores. Apresentamos ao longo do texto como você deve avaliar e agir na procura. Siga as dicas que apresentamos e encontre a melhor opção para você!
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